Em algum momento, quase todas as pessoas que iniciam terapia enfrentam dúvidas, receios ou expectativas sobre como “deveriam” estar ou o que “deveriam” dizer. A verdade é simples e libertadora: na terapia, está tudo bem.
Este não é um espaço de desempenho, mas sim de encontro — com a sua história, com as suas emoções e consigo própria.
Chegar sem saber o que dizer também é terapêutico
Há dias em que as palavras fluem com facilidade e outros em que o silêncio ocupa espaço. Ambos são válidos. Entrar numa sessão sem uma agenda definida, sem clareza ou até sem energia não significa retrocesso; significa apenas que a pessoa chega como é naquele momento. E isso é suficiente.
Está tudo bem emocionar-se, mudar de tema ou não querer falar
O processo terapêutico é vivo e orgânico. Existem momentos de abertura e momentos de retração. Há dias em que apetece falar de tudo e dias em que falar parece demasiado.
Na terapia, o choro, as pausas, o riso inesperado e até a mudança brusca de tema são expressões naturais do corpo e da mente a encontrarem formas de se manifestar.
Dúvidas e vontade de desistir fazem parte do caminho
É comum que, ao longo do processo, a pessoa questione se “isto está realmente a funcionar”. Duvidar não é sinal de fracasso; faz parte da relação com a própria terapia.
A psicologia acolhe também essa dúvida — e ajuda a explorá-la com segurança.
Um espaço para ser, mesmo quando não sabe quem é naquele momento
Ao contrário de muitos contextos da vida, a terapia não exige clareza, desempenho ou coerência.
É um espaço onde a pessoa pode explorar-se, cuidar de si e da sua história, descobrindo partes que talvez ainda não tenham tido lugar para existir.
Aqui, não é necessário “ser forte”, “estar organizado” ou “saber exatamente o que se sente”.
É suficiente ser — e até isso pode ser trabalhado com calma.
A terapia não é sobre ter tudo claro, mas sobre poder ser
A sociedade tende a associar autocuidado à produtividade emocional: resolver, superar, avançar. Contudo, a terapia integrativa compreende que o processo é mais amplo do que isso.
É sobre aprender a estar consigo, com tudo o que surge.
É sobre integrar gradualmente cada parte de si — até mesmo aquelas que ainda não são totalmente compreendidas.
Há tempo. Há espaço. Há cuidado.
Não existe pressa nem uma forma certa de fazer terapia.
Cada pessoa tem o seu ritmo, as suas necessidades e o seu próprio caminho.
O papel da psicologia é acompanhar, sustentar e oferecer um lugar seguro onde cada pessoa possa reencontrar-se — tantas vezes quantas forem necessárias.
Na Integrativa, contamos com uma equipa de psicólogos especializados, preparados para acompanhar diferentes necessidades emocionais e comportamentais, em todas as fases da vida.
Dar o primeiro passo pode mudar tudo.
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Madalena Raposo | Psicóloga
Cédula Psicóloga 30344 | Ordem dos Psicólogos
Integrativa | A saúde e o bem-estar como um estilo de vida














